Praticamente tudo: fotógrafos Inez & Vinoodh ganham retrospectiva.






Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin se conheceram em 1985. Vinte e cinco anos e um filho depois, a dupla é uma das mais procuradas do mundo quando o assunto é fotografia de moda, e ganhou uma super retrospectiva no Foam Fotografiemuseum de Amsterdã, intitulada “Pretty Much Everything”.

É difícil gostar do assunto e não reconhecer o estilo de Inez & Vinoodh, ou ter um trabalho favorito com sua assinatura. Afinal, o duo está em todos os lugares todos os meses do ano: “Vogue Paris”, “W”, “V”, Lanvin, Chanel, Balmain, Chloé, Gucci, Yves Saint Laurent – a lista é mais longa que o sobrenome de Inez.

São cerca de 300 imagens escolhidas e organizadas pelo duo – que foi um dos primeiros a manipular digitalmente suas imagens de moda –, mas se você não tiver planos de viajar a capital holandesa até 15 de setembro, pode ver algumas fotos da galeria.

Fonte: FFW.

Haider Ackermann surpreende com sua primeira coleção masculina


O FFW já havia antecipado aqui que Haider Ackermann iria apresentar sua primeira coleção masculina nesta edição da feira de moda Pitti Immagine. Aconteceu no dia 16/06, num dos salões do sombrios do Palácio Corsini, com direito a vocal da modelo/cantora Jamie Bochert na trilha sonora.
Buscando descobrir quem era o homem por trás da mulher Ackermann, o estilista traduziu bem seus códigos mais característico para o masculino. Do étnico vem não apenas as formas que ampliam as calças e transformam blazeres em quimonos desestruturados, mas também boa parte da estamparia em tonalidades escuras. Sedas, cetins, e mais uma imensa gama de tecidos aparecem agora sobrepostos, amarrados em camadas que se misturam gerando volumes naturais e proporções frescas. Sua famosa alfaiataria desconstruída se faz presente, somada a um sportswear sutil, quase que imperceptível, em peças de modelagem desestruturada e corte sinuoso.

Ainda não se sabe se esta coleção masculina será comercializada. Mas ela fez perfeito sentido junto aos poucos looks de sua coleção de resort.

Fonte: FFW

Jil Sander por um verão colorido no Guarda- Roupa dos meninos.


Alexandre Herchcovitch não foi único que se deixou levar pela força das cores no verão 2011. Raf Simons, na Jil Sander, também se valeu do mesmo fundamento para eletrizar as formas simples de suas camisetas e suéteres de golas arredondadas, blazeres e calças geométricas e shorts quadrados.

Em comemoração ao seu quinto ano na direção criativa da marca alemã, Raf Simons dessa vez apresentou sua coleção masculina na famosa feira de negócios Pitti Uomo. Aproveitou um grande jardim de uma mansão em Florença como passarela, e ganhou até um pôr-do-sol por entre nuvens tempestuosas como cenário.

As roupas foram, em parte, uma homenagem ao que há de mais essencial na Jil Sander, mas também uma afirmação daquilo que Simons vem imprimindo sobre a identidade da marca. Roupas fáceis de usar, onde nada além da cor já é suficiente para encher os olhos dos consumidores. Rosa, laranja, amarelo, verde, turquesa, roxa e azul surgem em tonalidades fluorescentes, elétricas, super pop, dominando a totalidade da peça ou aparecendo discretamente nas costas de casacos navy acinturados.

Estampas de maxi flores, ou pequenos florais assimétricos, dividiam espaço com listras coloridas, em contraposição às peças neutras, como os blazeres de mangas sanfonadas.

A temporada internacional ainda nem começou, mas já podemos ir nos preparando para um verão mais technicolor.

Fonte: FFW

Estou de olho.


Desde que vi essa camisa do Jefferson Kulig na Spfw, não desgrudei o olho, quero uma dessas, quero mostrar que admiro muito o Jefferson Kulig, mas, será que um dia vou ser especial para usar essa camisa?

That's Hot.


Não há melhor pessoa para falar no meu blog que não seja a Paris Hilton. Vocês devem estar pensando o quão eu sou idiota de ficar comentando e idolatrando uma pessoa que nem me conhece. Mas eu não penso dessa forma, literalmente.
Fiquei tão feliz quando soube que Paris viria ao Brasil, mas foi uma pena eu não ter ido ver ela, estou muito triste com isso, pois eu tenho uma grande admiração por essa grande mulher, não sei o que ela fez comigo, mas desde a primeira vez que a vi, achei incrível, uma mulher perfeita e cheia de qualidades. Ela aparenta ser uma grande pessoa, quero dizer, ela é. Paris Whitney Hilton, eu te amo, e muito.

Fã consegue ficar ao lado de Paris Hilton: 'Ela é cheirosa, é surreal'


Muitos tentaram, se estapearam, mas só ele conseguiu chegar pertinho de Paris Hilton durante a festa promovida pela Triton, na noite desta quinta, 10, em São Paulo. O estudante Lucas Dantas, de 16 anos, é fundador do fã-clube da patricinha, "Paris Fans Brasil" e, junto com o ex-BBB Serginho, bateu um papo rápido com Paris na área vip em que ela estava, rodeada de seguranças.

"Ela tem uma beleza surreal. E é muito cheirosa, a beijei quatro vezes!", disse Lucas, ainda extasiado com o encontro ocorrido há poucas horas.

Paris HiltonParis chegou por volta das 3h da manhã e, segundo o estudante, ficou pouco mais de 10 minutos na festa, pois o assédio era enorme. Lucas já havia se comunicado com ela pelo Twitter, então quando ele se identificou como presidente do fã-clube, a patricinha cutucou o segurança e pediu que deixasse o rapaz entrar na área vip.

"Paris estava dançando em cima do sofá, não a vi bebendo nada. Ela foi muito solícita e humilde, tiramos várias fotos, eu disse que a amava. Ela disse que também adorava tudo isso, adorava o Brasil", disse Lucas, que mais cedo conseguiu ainda assistir ao desfile de Paris pela Triton, e também visitou o backstage. Mas foi só na festa que ele conseguiu chegar perto da musa. "Conversamos por quase dois minutos! Ninguém mais falou com ela, só eu", comemora.

No Twitter, Paris Hilton comentou o encontro com o estudante. "Acabei de chegar em casa depois da festa da Triton. Encontrei @LucasDannvie do @ParisFansBrasil. Ele foi tão doce!".

Fonte: G1

Vídeo: Entrevista de Paris Hilton no backstage do desfile da Triton

Paris Hilton foi entrevistada por Lilian Pacce para o canal GNT, na entrevista Paris fala sobre biquinis, roupas e cita novamente o fã clube brasileiro no Twitter @ParisFansBrasil.

http://www.youtube.com/watch?v=_OviVpuLIio&feature=player_embedded

Oskar Metsavaht: ''o Verão 2011 da Osklen é um mergulho no azul''


Quando o FFW chegou ao fitting da Osklen (@Osklen), dois dias antes do desfile, se deparou com dois corredores cheios de roupas em diferentes tons de azul. “É um mergulho no azul”, disse Oskar Metsavaht do Verão 2011 da marca, denominado “Oceans”.

A ideia veio de um mergulho feito há 10 anos na ilha caribenha de Mustique, e foi posta em prática após um free dive feito por Oskar em pleno Rio de Janeiro (um free dive é um mergulho sem apetrechos como tanques de oxigênio feito por apneia, nome dado ao controle de ar nos pulmões).

Fonte: FFW.

Roupas Moda Verão 2011- Dicas.


As roupas moda verão 2011 já estão sendo divulgadas nas passarelas de quase todo o mundo, as estampas e as cores neutras é que vai comandar no próximo verão de 2011.

Os vestidos e as saias sempre estão com tudo na estação, pois é o que usamos mais, as cores coloridas e fortes vão voltar a ser tendência nesta época por isso se você já possui alguma peça da moda passada guarde.

Normalmente as peças anteriores nunca sai da moda, só estacionam por um tempo, por isso é legal sempre guardamos algumas peças, porque a moda sempre volta.

Fonte: Mulher Beleza.

A moda é uma arte?


A procura da beleza na moda faz com que o trabalho do desenhista se aproxime muito do trabalho do artista.

Como este, o costureiro precisa de elementos de inspiração para criar, para confeccionar as suas coleções. Há alguns desenhistas que se inspiram numa determinada época histórica (daí os famosos revival que recuperam vestes do passado adaptando-as à atualidade), numa gama de cores, em determinados tecidos...

A moda é uma arte; alguns vestidos de alta costura não têm nada a invejar aos objetos de ourivesaria; no polo extremo, a semelhança entre o estilo grunge e a pintura hiper-realista é bastante evidente.

O mérito da moda como arte é que, com palavras do filósofo Manuel Fontán de Junco, "conseguiu estabelecer uma ponte entre a beleza e a vida. A moda é uma arte que se usa, que se leva para a rua; é uma arte de consumo a que todos têm acesso"[1]. E é fundamentalmente uma arte humana. Uma arte feita por e para o homem.

O desenhista não veste muros, nem enfeita varas, veste pessoas humanas com tudo o que isto implica. Por isso, a moda não é só uma realidade estética mas também ética. O desenhista não pode esquecer a dignidade da pessoa ao concretizar as suas criações. A roupa tem que servir para salientar essa dignidade; por isso têm sentido as críticas que se fazem a um tipo de moda que mostra a mulher como um objeto. Ultimamente as passarelas viram-se inundadas por uma moda extravagante que, apoiando-se nas transparências, decotes e linhas apertadas e hiper-ajustadas, desnudam a mulher mais do que a vestem. São muitos os que vêem neste tipo de moda uma retrocesso na conquista da igualdade. Algumas passarelas convertem de novo a mulher num objeto, num belo animal que se mostra para agradar.

Face ao proclamado ocaso do machismo, estas passarelas convertem-se em redutos nos quais se continua a considerar a mulher como um objeto sexual. Machismo que se manifesta também na diferença em vestir o homem e a mulher; no primeiro caso aposta-se na elegância e no bom gosto, no segundo na sensualidade. O desenhista veste o homem e despe a mulher, o que não deixa de ser um paradoxo numa sociedade que se presume de igualitária.

Enquanto alguns protestam energicamente contra esta forma de entender a moda, já que opinam que lesa a dignidade da pessoa - sobretudo da mulher -, outros alegam que o desnudo pode ser artístico, que pode transpirar beleza, que uma modelo semi-despida na passerelle não tem que ser necessariamente imoral. Que as transparências, as aberturas e os decotes são só meios de tornar mais patente a beleza da pessoa. Perante este dilema, surgem algumas perguntas: Qual é a apreciação verdadeira desta moda atual? Não se torna exagerado criticar estas tendências? Não serão estas críticas marcas de um puritanismo já ultrapassado? Existe uma ética no vestir? E uma ética do desnudo?



Além de ser parte do indivíduo, o corpo tem um significado profundo quanto à comunicação das pessoas. "O corpo humano, o desnudo do corpo humano em toda a verdade da sua masculinidade ou feminilidade, tem um significado de dom de pessoa a pessoa. O corpo desnudo está muito unido pela sua própria natureza ao sistema esponsal no qual, quando uma pessoa se dá, encontra a apropriada e adequada resposta a esse dom por parte da outra pessoa"[2]. Se reconhecemos este caráter de dom do corpo humano entenderemos bem o seu sentido interpessoal. O corpo revela-se como dom que, por sua vez, espera a resposta de uma doação. É um dom que recebe. É também a fonte de uma rica comunicação interpessoal. Com os olhos, os gestos, as mãos ou as palavras comunicamos; mas esta comunicação atinge o seu cume quando é o corpo em toda a sua nudez o que se mostra. É a pessoa quem, através do seu corpo, escolhe dar-se, entregar-se a outra pessoa que, consciente do dom, decide responder de igual forma, entregando-se.

Nesta comunicação é, portanto, o corpo o elemento por meio do qual se entrega a totalidade da pessoa. Por isso, quando o corpo sai desta esfera pessoal a que pertence e se converte em propriedade pública corre-se o risco de que perca a sua dignidade.

Mesmo no tema da arte, o fato de que o corpo humano se converta em objeto de consumo põe interrogações éticas. Já que, ao reproduzir-se o corpo humano ou ao mostrar-se ao público, o elemento de dom pessoal fica ameaçado, no sentido de que pode converter-se em matéria de abuso. Já não é um corpo que se entrega como dom a outra pessoa que se dá em reciprocidade; nestes casos, o receptor é desconhecido, anônimo e a resposta inexistente ou imprevista.

Todo o artista tem que encarar todas estas interrogações éticas ao tratar o corpo humano; também o desenhista, da mesma forma que os restantes artistas, tem que considerar a verdade do homem e a nudez da pessoa para respeitar certos limites éticos. Quando eu mostro uma modelo seminua numa passarela estou fazendo com que essa pessoa ofereça o seu corpo como dom de que muitos se apropriarão (ainda que não seja de uma forma material). É negar a evidência rejeitar isto quando observamos a reação de alguns indivíduos perante um vestido transparente.

No entanto, podia-se objetar que a ética não está naquele que desenha, mas naquele que olha. Eu posso assistir a uma passagem numa passarela e contemplar esteticamente os corpos dos modelos ou posso apropriar-me deles e mesmo abusar com a minha imaginação. Isto é certo, mas só em parte. Teríamos que distinguir o "olhar para desejar" do simples olhar estético.

Todos temos a experiência de que é difícil conservar o olhar estético diante de um corpo, especialmente quando o corpo observado é de outro sexo, precisamente pelo que disse antes: um corpo não é uma realidade objetiva em si, senão que leva impresso o sentido da doação. Não sentimos o mesmo ao contemplar uma paisagem, já que o corpo humano tem um significado mais profundo que a paisagem. De toda a maneira, esta visão do corpo é diferente conforme as artes; na pintura e na escultura o homem corpo é um modelo que se transforma, se transfigura devido a um conjunto de técnicas. No cinema, na fotografia ou na própria moda, o homem corpo mostra-se como é: não é um modelo que se reflete mas um objeto que se reproduz. Por isso é mais difícil conservar o olhar estético ante uma fotografia, ou um modelo seminu, que ante uma escultura. De fato, os comentários mais ou menos soezes que se podem ouvir ante um cartaz publicitário de um filme sensual é raro ouvirem-se contemplando a Vênus de Milo.

Para além destas considerações, o fato de desnudar-se ou descobrir determinadas partes do corpo, vai contra a natureza do vestuário e, sobretudo, da própria pessoa: porque uma das funções do traje é precisamente cobrir a minha intimidade. Eu oculto algo exterior a mim, o meu corpo, e dou a entender que, com isto, estou a ocultar o que em mim há de mistério: a minha intimidade. Quando mostro o meu corpo estou mostrando muitas parcelas da minha intimidade. Como dizia o filósofo Ricardo Yepes " o homem veste-se para proteger a sua indigência corporal do meio exterior mas também o faz porque o seu corpo faz parte da sua intimidade e não está disponível para qualquer, assim como assim (...). O nudismo não é natural porque não é natural renunciar à intimidade"[3].

Há uma relação entre a intimidade pessoal e corporal. "As duas vão a par, porque a pessoa é corpo e espírito. (...) Como a pessoa é indissociavelmente corporal, para criar um espaço de intimidade espiritual, de riqueza interior pessoal, tem de se criar um âmbito de intimidade corporal"[4].

Por isso, uma das fórmulas para conseguir que uma pessoa destrua a sua dignidade é fazer com que perca a sua intimidade e, em primeiro lugar, a corporal. É o doloroso caso dos métodos utilizados nos campos de concentração onde se obrigava os prisioneiros a desnudar-se diante dos seus verdugos e dos restantes companheiros. O homem quando se desnuda diante dos outros deixa-se ver, examinar no seu eu mais íntimo e coloca-se sem nenhuma defesa perante o mundo, perante os outros que podem ter uma ou outra reação.

Por isso, toda a pessoa para mostrar a intimidade do seu corpo tem que fazer violência sobre si mesma para destruir essa defesa que é o sentido do pudor que todos temos dentro de nós mesmos.


Por: Ana Sánchez de la Nieta Hernández.

Rumor: Paris Hilton posará para fotos com Jonatas Faro


Paris Hilton, que chega ao Brasil na próxima semana, vai posar para fotos ao lado do namorado de Danielle Winits, Jonatas Faro (o Peralta da Malhação), segundo o jornal “O Estado de S. Paulo” desta quinta-feira (3).

De acordo com a publicação, eles vão estrelar a campanha da grife Triton, um dia depois de desfilar para a marca.

Para as fotos, Paris trará seu maquiador oficial e um de seus cachorrinhos, que, diz o diário, também vai participar do ensaio fotográfico.


FONTE: www.paris-brasil.com

Último dia de Fashion Rio, desfiles mostram peças com conteúdo.




Último dia, frio no Pier Mauá, calor nas salas, graças às boas coleções. Enfim, nada mais deprimente do que um final de evento desanimado. Ninguém fez feio: a Triya foi muito melhor do que em seu primeiro desfile na cidade (se não me engano, no Rio Summer), se enquadrou na categoria iate da moda praia. Lucas Nascimento repetiu a dose de tricôs e malhas em jacquard preciso, comprimentos abaixo dos joelhos e mangas 3/4, apesar de ser moda para o calor.

Dá-se um jeito, para aderir, ar condicionado é para estas coisas. Andrea Marques demonstrou a feminilidade de sempre, com vestidos soltos ou acinturados, de saia rodada, a cara do Rio.

Outra bem local, a New Order, trouxe a graça das estampas de plantas carnívoras em botinhas de vários tipos - botinhas de verão, de calcanhar aberto e dedos de fora.

Helô Rocha saiu do nicho folclórico e desenvolveu bem a referência dos uniformes militares americanos da base aérea de Natal.

Ai, que bom, um último dia cheio de histórias. Porque é isso que se quer atualmente, peças com conteúdo. O resto, é roupa.


Fonte: Terra.

Famosas apostam em figurinos ousados para o último dia de Fashion Rio.


Para suportar os 17ºC do Píer Mauá, a turma feminina não abriu mão das botas no evento que foi rebatizado como ‘Fashion Frio’

O céu cinza não ofuscou em nada o brilho das famosas que marcaram presença nesta terça-feira, 1º, durante o último dia de Fashion Rio. Com receio pela chegada da chuva, algumas celebridades como Thaila Ayala espantaram o frio com muito bom humor.

“Eu cheguei a ficar com medo do frio, mas peguei meu casaco e uma bota cano alto e vim. Está tranquilo”, disse a namorada de Paulo Vilhena que chamou bastante a atenção dos marmanjos com um short bem curtinho e um casaco bordado com paetês.

. Thaila Ayala encara frio no Fashion Rio com shortinho e bota de cano alto

O preto, que estava presente na blusa de Thaila, virou sensação entre a ala feminina que apostou na cor para combinar com o tempo nublado. Seja no look de Geovanna Tominaga, apresentadora do “Vídeo Show”, ou nas blusas de Mirella Santos ou Regina Casé, a cor escura predominou.

“Não curto essa coisa de vestir preto em eventos sociais ou casuais. Quando tenho um compromisso, abro o meu guarda-roupa e monto os meus próprios looks. É uma questão de combinar mesmo”, comentou Regina Casé que na ocasiái estava com uma saia estampada.


. Mais magra, Regina Casé brinca: 'Agora só me alimento de elogios'

O grande Jefferson Kulig.



Quem não tem vontade de ser um estilista maravilhoso como Jefferson Kulig? Bom, estava fazendo essa mesma pergunta (...) Qualquer um né, principalmente as pessoas que sonham ser um grande estilista e com coleções incríveis como a dele. Eu estava vendo o site do Jefferson hoje, e ele estava comentando sobre a moda no Brasil e tudo mais, me indentifiquei muito nas palavras dele, pois é realmente o que eu acho, a moda brasileira há decepcionando muito a sociedade, a moda por aqui precisa crescer e criar novas coleções, e que sejam de ótima qualidade. E uma coisa que ele disse e que eu concordei plenamente, é sobre as pessoas que não há oportunidades no mundo da moda, e eu acho que estou no meio delas, mas também, há tanta gente que eu conheço e que sabe fazer desenhos maravilhosos e sonham com a carreira de moda, em ser estilista e mostrar ao público o seu trabalho e profissionalismo. É isso que queremos, tendências melhores e de bom gosto. E eu gosto muito dos desfiles do Jefferson, acho ele um estilista ótimo, como deve ser como pessoa também, pois não tive a oportunidade de conversar com ele, mas as coleções dele não tem pra ninguém, né? Ele nos surpreende cada dia mais, com as suas palavras, e coleções que eu admiro muito, e aprovo completamente. Parabéns Jefferson Kulig.
Ah .. Já estava esquecendo galera, para quem quiser entrar no site do Jefferson K. está aí o link:
www.jeffersonkulig.com.br e o e-shop www.jeffersonkulig.com.br/eshop
Aproveitem, e fiquem atentos nas dicas de moda no site, e o que está rolando no mundo da moda.
Victória, Xoxo.

Jefferson Kulig na passarela.


Inspiração

Sempre com o olhar voltado para o futuro Jefferson Kulig abusa do mix de texturas para compor um inverno ora rígido, ora envolvente. No duo de blazer e calça seca o tricô, a alfaiataria e a borracha se cruzam, formando um patchwork nada convencional. Nos vestidos de caimento leve o contraste aparece entre a gola e as mangas - fatias de tule e outros tecidos provocam um volume inesperado concentrando, ali, o foco da silhueta. Já quando os materiais de efeito modernista encontram o tradicional drapê o resultado é um jogo de revela/esconde entre paetês gigantes e o jérsei.

Shape

Mini comprimento + top seco

Como usar

Combine a jaqueta com uma calça de alfaiataria ou com a dupla short + camiseta

Como usar

Combine a jaqueta com uma calça de alfaiataria ou com a dupla short + camiseta

Se quiser dar uma visita ao site do Jefferson Kulig e ficar por dentro do que irá rolar na SPFW, aqui está o link:
www.jeffersonkulig.com.br e do e-shop www.jeffersonkulig.com.br/eshop




Fonte: Estilo.

Janis Noplin e Twiggy são referências para cortes.



Já os cortes para os próximos meses fazem uma viagem pelo tempo. “Os cabelos são inspirados no período que envolve décadas de 1940 a 1980, com releitura do rock’n folk music. As personagens do momento são Janis Joplin e Amy Winehouse”, diz a cabeleireira.

Os cabelos compridos para as mais jovens chegam despenteados e casuais. Para quem gosta dos curtos, o principal corte é o pixie (bem rente à cabeça e desfiado), consagrado pela modelo Twiggy, ícone do final da década de 1960. E, “para os tradicionais cabelos ondulados, fica a elegância e todo o glamour das décadas de 1940 e 1950”.


Da redação.

Acabe com os erros que destroem a maquiagem.


Para deixar o visual completo é impossível deixar a maquiagem de lado. Ela disfarça imperfeições, proporciona um aspecto mais saudável e levanta a auto-estima. Mas alguns erros transformam sua aliada em inimiga de primeira. Escolher os tons errados e exagerar na dose, geralmente, são os erros mais comuns , afirma a maquiadora Andréa Delcorso, do Stúdio Prime Hair e Beauty. A seguir, a especialista detalha os principais deslizes na hora de se arrumar e dá dicas para você identificar se está cometendo algum deles.
Abusar do corretivo
De acordo com a especialista, o exagero do produto pode acentuar os detalhes que você deseja esconder. O ideal é usar corretivo apenas nas pálpebras inferiores ou em detalhes como espinhas. Ele deve ser aplicado com as pontas dos dedos em leves toques que espalham o produto , afirma. Mas, em vez de esfregar, dê batidinhas na pele, diminuindo a quantisade usada. Outra dica é usar um tom rosado, já que bege ou o amarelado faz com que as imperfeições, como as olheiras, fiquem ainda mais em evidência.

Escolher o tom errado da base
O tom errado de base faz com que você precisa usar muito mais maquiagem (isso porque a cor do rosto acaba ficando muito diferente do pescoço e do colo). O ideal é escolher uma base leve (experimente no pulso) e espalhar com cuidado. No caso das bases, prefira fabricantes nacionais: as cores são feitas exatamente para a pele das mulheres brasileiras, favorecendo o ajuste.

Pó em excesso
Quando mal usado, o pó evidencia os sinais de expressão, envelhecendo o rosto. A região dos olhos e da boca é a mais prejudicada, principalmente se você já apresenta rugas nestas áreas. O pó deve ser usado apenas como complemento da base, para dar um aspecto mais aveludado à pele e para neutralizar o efeito brilhoso da base e/ ou da camada natural de gordura da pele , diz.

Blush exagerado ou aplicado de maneira incorreta
O blush serve para proporcionar um visual mais saudável. Mas, aplicado em excesso, deixa você com cara de palhaça. As bochechas ficam salientes demais (um problema se você tem o rosto arredondado), destoando demais do restante dos traços. O blush deve ser aplicado das têmporas em direção ao centro do rosto, na diagonal, e sempre removendo o excesso do pincel antes de aplicar sobre o rosto.

Pintar a sobrancelha com lápis muito escuro
O lápis deve ser da mesma cor da sobrancelha. Para a aplicação, faça movimentos leves com a ponta, como se estivesse esfumaçando a sobrancelha. Para aquelas que acham a técnica complicada, um pouco de sombra, no tom do pelos, aplicada na pele abaixo da sobrancelha pode ser uma opção , sugere Andréa Delcorso.
Misturar muitas cores de sombra
O excesso de cores pode tirar a sofisticação do visual, que fica mais infantil. A maquiagem mais divertida está em alta e, mesmo durante o dia, pode ser usada. Mas nunca abuse dos contrastes, a não ser que você tenha segurança absoluta na técnica usada. O ideal é variar, formando um degradê: marrom e dourado; rosa e lilás; chumbo e cinza formam pares que funcionam.

Marcar demais o contorno da boca Deixar os traços marcados, além de tirar a sutileza da maquiagem, está fora de moda. O ideal é que o contorno do lápis passe despercebido, não importa se você está usando para aumentar ou diminuir a boca. Faça um contorno bem delicado e fino, que vai desaparecer na hora em que você passar o batom (o efeito fica mais bonito se você usar um pincel em vez do bastão direto).

Deixar falhas com o delineador O delineador só vale para quem tem pleno domínio da maquiagem (ou ele é capaz de destruir todo o resto, por mais impecável que seja o efeito). Uma boa dica para passar delineador sem borrar ou tremer é apoiar a mão no osso do queixo para fazer o traço. Mas se, mesmo assim, achar difícil dê preferência ao uso de um lápis preto bem rente à base dos cílios. E faça o traço antes de aplicar o rímel.


Matéria de: Minha vida

Fashion.

Muda-se tudo. A essência nunca.

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